Com a chegada do período chuvoso, o alerta contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, precisa ser reforçado. A grande circulação de pessoas e o número de possíveis criadouros tornam os condomínios ambientes propícios para a proliferação do mosquito. Por isso, a prevenção deve ser uma responsabilidade de todos.
Sintomas e riscos da dengue
A dengue é uma doença séria que pode evoluir para quadros graves. Os principais sintomas incluem febre alta, dores musculares e nas articulações, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, dor de cabeça, enjoo e vômitos. Em casos mais severos, pode causar sangramentos, queda de pressão e levar à morte — é a chamada dengue hemorrágica.
Prevenção começa pela atenção aos detalhes
O combate ao mosquito exige cuidado redobrado nas áreas comuns e nas unidades privativas. Locais que acumulam água, mesmo em pequenas quantidades, como vasos de plantas, garrafas, bebedouros de animais, calhas e ralos, devem ser verificados constantemente.
Unidades fechadas também precisam ser inspecionadas: vasos sanitários, caixas de descarga e recipientes abandonados podem se transformar em criadouros.
Cuidados extras que fazem a diferença
Para reforçar a prevenção, o condomínio deve adotar algumas medidas: instalar telas de proteção, colocar sal semanalmente nos ralos internos e externos, fechar bem os sacos de lixo e mantê-los longe dos animais, além de inspecionar o fosso do elevador e eliminar o acúmulo de água.
As piscinas, mesmo fora de uso, devem receber tratamento com cloro regularmente.
A responsabilidade é coletiva
Manter o condomínio livre do Aedes aegypti depende da participação de todos. Pequenas ações diárias fazem a diferença no combate ao mosquito e na proteção da saúde de toda a comunidade.
Imagem: Freepik
Fonte: Redação PredNews